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A comunidade indígena de Naô Xohã, localizada às margens do rio Paraopeba, em São Joaquim de Bicas, vive um cenário de incertezas. Nesse domingo (9/1), cerca de 45 moradores da aldeia, das etnias Pataxó e Pataxó Hã-hã-hãe – dentre elas, 18 crianças -, precisaram ser socorridos pelo Corpo de Bombeiros após o rio transbordar. Após o resgate, as 11 famílias foram abrigadas provisoriamente em uma escola da cidade, localizada na região Central de Minas.
Ao BHAZ, o cacique Arakuã conta que essa é a primeira vez em quatro anos que a comunidade precisa abandonar o local. Segundo ele, os moradores não poderão voltar à aldeia, já que as águas do rio ainda carregam rejeitos minerais em função do rompimento da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho, há quase três anos.
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