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A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e o Exército monitoram com outras forças de segurança a vinda de mais manifestantes para Curitiba (PR), em função da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As duas instituições, a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e as polícias Militar e Civil do Paraná estão em contato permanente e avaliam a necessidade de aumentar o efetivo policial no entorno da sede da Superintendência da PF na capital paranaense, onde o petista começou a cumprir pena na noite de ontem.

A determinação é que cada ação seja executada de acordo com o movimento de manifestantes. A Polícia Militar não fala em adiantar uma intensificação dos trabalhos sem um sinal concreto de manifestações. A estratégia é diferente da adotada nas duas ocasiões em que o ex-presidente veio prestar depoimento ao juiz Sérgio Moro, quando um grande número de policiais ficou nos arredores do prédio da Justiça Federal antes da chegada de militantes.

Neste domingo (8/4), por enquanto, a avaliação é a de que a situação está mais calma e não há registro de ocorrências graves na região. A determinação judicial de não permitir a permanência de manifestantes nas imediações da PF permanece em vigor por tempo indeterminado.