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À CPI da Covid, governo nega ter financiado youtubers "cloroquiners"

Ministério das Comunicações respondeu a requerimento do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP)

Douglas Pereira01/06/2021 20:31, atualizado 01/06/2021 21:18
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HAL GATEWOOD/UNSPLASH
comprimidos em fundo azul

O Ministério das Comunicações negou ter repassado dinheiro público a canais no YouTube que defendem o uso da cloroquina para tratar a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. O medicamento não tem comprovação científica contra o coronavírus.

Em resposta a requerimento do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a Secretaria Especial de Comunicação Social disse à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado que “não é proprietária dos canais da plataforma YouTube”. Por isso, segundo o órgão, “não é responsável pelo conteúdo publicado ou removido pelos seus respectivos proprietários”.

O senador acusa uma série de canais de promover tratamento precoce ineficaz contra a Covid-19. Os vídeos publicados teriam sido apagados depois que a CPI foi instalada.

Veja o requerimento enviado pelo parlamentar à Secom, com a lista de youtubers acusados de promover fake news:

Requerimento Randolfe Canais Defendem Cloroquina YouTube by Metropoles on Scribd


Leia a resposta do Ministério das Comunicações, divulgada nesta terça-feira:

Resposta Secom Requerimento Randolfe Canais Cloroquina Youtube by Metropoles on Scribd

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