Em entrevista, joalheira Emar Batalha declara o seu amor por Brasília
Designer faz sucesso entre famosas como Olivia Palermo, Ivete Sangalo e Adriane Galisteu
atualizado
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Contemporânea, dinâmica e feminina são algumas das características das joias produzidas por Emar Batalha. Tais fatores andam de mãos dadas com a vida e personalidade da designer que sempre ousa em seus trabalhos e conquista cada vez mais um número maior de admiradoras como Olivia Palermo, Ivete Sangalo e Adriane Galisteu.

As coleções sempre são exuberantes com misturas arrojadas de tons vibrantes em patchworks de pedras preciosas, inspiradas em seu lifestyle cosmopolita. Sem falar na versatilidade e conceito flex de suas joias que funcionam em qualquer tipo de produção.
Pensando nisso, resolvi bater um papo com ela que nesta terça-feira (22/2) receberá clientes e amigas para um coquetel especial de Páscoa em sua loja do Lago Sul com mailing da querida Cláudia Salomão.
Você se lembra da primeira joia que você ganhou e quem foi que te presenteou?
Sim. A primeira joia que ganhei foi um anel de minha mãe que tinha a minha inicial.
Quando surgiu o interesse em desenvolver suas próprias joias?
Comecei revendendo prata e fazia para ganhar um dinheiro extra. Vendia para as amigas do trabalho, e percebi que aquilo poderia virar um negócio. Investi nisso e comecei a fazer algumas modificações e notei que as peças que mais saiam eram aquelas que tinham meu toque pessoal. E agora, 20 anos depois, aqui estamos.
Você lançou recentemente uma joia em homenagem a capital federal. O que Brasília representa para você e como a cidade te inspira?
Para mim Brasília é uma cidade única. Em relação a beleza não existe nada que chegue perto dela no Brasil. Até porque é uma cidade planejada, estruturada, com uma arquitetura incrível. Além disso, estamos falando de Niemeyer de quem sou muito fã, por isso, seria impossível não me inspirar nessa cidade.
Joia necessariamente precisa seguir o ritmo do mercado da moda ou tende a mudar a cada temporada?
De forma alguma. Muito pelo contrário. Joia não segue moda, pode até ser que siga algumas tendências, se inovar em materiais, estilos, mas as inspirações vêm a todo momento sem seguir um padrão de comportamento.

Conte sobre sua última coleção “Hava”. Como foi o processo criativo? No que você se inspirou?
Ela foi inspirada na Turquia, país que adoro. O marcante do meu trabalho é a combinação de cores e lógico que acabo sendo atraída por países em que é possível ter contato com a realidade de cada um deles. Ver os balões no céu da capadócia até hoje me inspira.
