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Em janeiro, uma notícia abalou o coração dos foliões que estavam animados com o carnaval. Um estudo provou que o glitter e a purpurina são uma ameaça real ao meio ambiente. Esses tipos de microesferas são muito pequenas para serem filtradas durante o processo de tratamento da água. Isso significa que elas vão diretamente para os oceanos e, uma vez despejadas, dificilmente serão posteriormente retiradas.

Ambientalistas estimam que 8 milhões de toneladas do material acaba nos oceanos todos os dias – o equivalente a um caminhão de lixo de plástico sendo despejado no mar a cada minuto. Como os microplásticos não se degradam facilmente, peixes e outros seres aquáticos acabam confundindo esses pequenos materiais com pedaços de comida.

Mas pode ficar tranquilo, nem tudo está período. A carioca Frances Sansão ficou sabendo desse problema, pelo irmão biólogo, e criou uma alternativa sustentável. A Pura Bioglitter é uma marca artesanal que produz glitter à base de algas, pó de de pedra e corante alimentício.

Na descrição do perfil vem a explicação: “glitter biodegradável, vegano, à base de algas e minerais, quando dissolvido, volta ao seu estado natural, não causando danos ao meio ambiente”.

 

 

Depois de alguns testes, ela e o namorado conseguiram uma opção que brilha sim, mas também se decompõe mais facilmente no meio ambiente. Cada garrafinha pode ser comprada por R$ 7. As cores são diversas e para todos os gostos. Além de encomendas pelo Instagram, um e-commerce já está sendo providenciado.

 



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