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Os 71 mortos na queda do avião da Chapecoense foram identificados no Instituto Médico Legal de Medellín. O diretor do Instituto Médico Legal (IML) de Medellín, Carlos Valdés, afirmou nesta quinta-feira (1/12) que 64 são brasileiros, cinco bolivianos, um paraguaio e um venezuelano. Disse que a causa de morte na maioria foi por lesões ósseas e visceral severas com a própria queda.

“Uma vez que as autópsias sejam concluídas, vamos entregar os corpos nos próximos dias”, explicou Valdes. Com a identificação, os corpos das vítimas brasileiras passarão por tratamento para o transporte até o Brasil. Uma força-tarefa com funcionários da embaixada brasileira em Bogotá e do Itamaraty está na Colômbia para ajudar as famílias nos trâmites burocráticos.

O avião caiu perto da cidade colombiana na madrugada de terça-feira (29/11). Apenas seis pessoas sobreviveram.

A previsão é que os corpos dos brasileiros devem chegar entre sexta (2) e sábado (3). Além de brasileiros, há entre os mortos cinco bolivianos, um paraguaio e um venezuelano.

Entre as vítimas do acidente estão jogadores da Chapecoense, comissão técnica, dirigentes, jornalistas e a tripulação do avião, que pertencia à empresa boliviana LaMia e havia sido fretado para transportar o time, que iria disputar a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional.

A Aeronáutica Civil Colombiana confirmou, na noite desta quarta (30), que o avião da Lamia, que levava a delegação da Chapecoense para Medellín, ao cair não tinha combustível no tanque. Segundo o secretário de segurança aérea do país, Fredy Bonilla, foi aberta uma investigação para determinar os motivos pelos quais isso ocorreu, já que contraria as normas de aviação internacional.

 

 




 

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