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Um crescente número de acadêmicos, ativistas e eleitores está pressionando autoridades americanas para que façam uma auditoria ou recontagem dos votos das eleições presidenciais de 2016 em alguns dos Estados-chave. Para os integrantes, o resultado por ter sido afetado pelos ataques de hackers estrangeiros, segundo uma reportagem desta quarta-feira (23/11) do jornal britânico The Guardian.

A ampla coalizão, que está pedindo para que a campanha da democrata Hillary Clinton entre na briga, está preparando um relatório detalhado com as preocupações para ser entregue a uma comissão parlamentar e para autoridades federais no início da próxima semana, como noticiou o Guardian, citando duas fontes envolvidas.

 

 

Os pedidos surgem após a surpreendente derrota de Hillary para Donald Trump no dia 8 e depois que autoridades de inteligência dos EUA disseram publicamente que hackers russos estavam por trás das invasões ao sistema de computadores eleitorais regionais e divulgaram e-mails de autoridades democratas dias antes das eleições.Liderando as pesquisas com uma ampla vantagem com relação a Trump por meses antes da eleição nesses três Estados, Hillary perdeu por pouco na Pensilvânia e em Wisconsin e talvez ainda perca em Michigan, onde os votos ainda precisam ser contados.

Segundo o Guardian, curiosamente sobre o Wisconsin, parece haver uma vitória aparentemente desproporcional de Trump em condados que utilizaram urnas eletrônicas em comparação àqueles que usaram cédulas de papel. A aparente disparidade foi revelada este mês pelo jornalista David Greenwald.

A teoria, porém, foi contestada por Nate Silve, o estatístico e especialista fundador do site FiveThirtyEight, dizendo que essa diferença desaparece após as comparações por etnia e níveis educacionais muito próximos nacionalmente.

 

 

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