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Os servidores da rede pública de saúde do Distrito Federal aderiram à greve geral de forma parcial nesta sexta-feira (28/4). Segundo o SindSaúde, 30% da categoria está trabalhando, mantendo as emergências em funcionamento.

Os funcionários decidiram trabalhar vestidos de preto e a orientação é que, à medida que saiam do serviço, se dirijam à Esplanada dos Ministérios onde, a partir das 10h, haverá manifestação contra as reformas trabalhista e da Previdência.

Como forma de protesto, uma grande faixa foi instalada na fachada do Hospital de Base do DF (HBDF) em apoio à manifestação e contra a transformação da unidade em instituto. De acordo com o sindicato, a categoria está mobilizada não apenas por questões nacionais.

A mudança na gestão do hospital faz parte de um projeto de lei enviado à Câmara Legislativa pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB). O objetivo, segundo o GDF, é flexibilizar a contratação de servidores e os processos de licitação para compra de equipamentos e remédios, por exemplo, melhorando o atendimento à população.

Para os servidores e as entidades que os representam, a mudança é mais uma tentativa do governo em terceirizar o setor no DF. A Secretaria de Saúde informou que até o momento não foi registrada nenhuma intercorrência nas unidades do Distrito Federal.

Em nota, a Secretaria de Saúde informa que hospitais, unidades básicas de saúde, de pronto atendimento (UPAs) e o Hemocentro estão com atendimento aberto para a população, nesta sexta-feira (28).

“Nos hospitais, tanto nos ambulatórios quanto nas emergências, o atendimento permanece normal”, assegura a secretaria.

 

 

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