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Ainda não se sabe exatamente a causa do Alzheimer. Mas pesquisas já apontam novas linhas de descobertas. Um estudo realizado nos Estados Unidos, pela universidade de Northwestern, por exemplo, mostrou que partículas tóxicas típicas da doença deixam os neurônios resistentes a insulina. O que leva a comunidade cientifica achar que o mal pode ser uma nova forma de diabetes que afeta diretamente o cérebro.

Essa doença neurodegenerativa acomete hoje cerca de um milhão e duzentos mil brasileiros e a expectativa de vida média gira em torno de oito a dez anos após o diagnóstico. Os sinais iniciais são: perda de memória, principalmente memória recente, perda de concentração, dificuldades visuais, perda frequente de objetivos, alteração de humor.

Mesmo havendo uma predisposição genética para a doença, sabe-se que o estilo de vida tem papel fundamental na prevenção do Alzheimer. Segue abaixo mudanças que podem ser adotadas para prevenir ou retardar a progressão da doença:

  • Evite adoçantes artificiais
  • Não exagere no consumo de glúten e lactose
  • Adote uma alimentação com baixo consumo de carboidratos
  • Coma ovos com a gema
  • Consuma óleos de coco, macadâmia, abacate e oliva
  • Adicione castanhas, nozes e amêndoas à dieta
  • Abuse de alimentos com função antioxidantes como romã, gengibre, curcumina, mirtilo, aspargo, açafrão, dentre outros
  • Converse com seu médico sobre os níveis de vitamina B12 e ômega-3. É fundamental que esteja adequado
  • É de estrema importância a prática regular de exercícios físicos, pois a atividade contribui para o aumento da massa cinzenta do hipocampo, área do cérebro ligada a memória

Mais uma vez a ciência comprova a importância de adotar hábitos saudáveis para se ter uma boa saúde. Busque sempre profissionais qualificados para te ajudarem a ajustar o plano alimentar e programa de exercícios.

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