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Uma breve lista para nos fazer repensar as relações de consumo:

  • A indústria da moda é a segunda maior consumidora de água no mundo. Só perde para a do petróleo.
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  • Estima-se que 17 a 20% da poluição da água industrial vem de tingimento e tratamento têxtil.
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  • Cerca de 15% a 20% de tecido é desperdiçado a cada peça cortada. E tecido não é material reciclável (que pode voltar à sua forma original passando por algum tipo de processo), é apenas lixo que se acumula ou espera a boa vontade da indústria para ser upcycled.
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  • Estima-se que 10% das emissões de gases de efeito estufa provém da indústria da moda.
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  • As fábricas de moda consomem, sozinhas, mais de 130 milhões de toneladas de carvão ao ano para gerar energia (para se ter uma ideia, uma pessoa nos Estados Unidos consome em média 6 mil kg).
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  • Precisamos citar a crueldade animal que envolve o processo de fabricação de couros, lãs, cashmeres, peles…?
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  • Para suprir a demanda do consumo, quase toda matéria-prima utilizada na moda resulta em problema: do algodão, cheio de pesticidas, ao poliéster, oriundo da exploração do petróleo.
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  • Sim, ele, nosso assunto tão recorrente: mão de obra escrava ou semi-escrava. Operários da indústria têxtil em países como China, Índia e Bangladesh trabalham mais de 12 horas por dia e ganham menos do que 100 dólares por mês.
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  • Cerca de 80% da mão de obra deste mercado são mulheres. E menos de 2% ganham o suficiente para viver em condições dignas. Para ganhar mais, elas precisam fazer horas extras e chegam a trabalhar mais de 75 horas por semana.
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E tem quem ache que o consumismo é um problema individual que só diz respeito à própria conta bancária…

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