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O custo de vida nas grandes cidades está cada vez mais incompatível com a renda da maioria das famílias. Em Brasília vemos o fenômeno dos filhos do Plano Piloto mudando-se para outras regiões administrativas do DF.

São jovens que nasceram e cresceram no coração da capital e, na vida adulta, se viram impossibilitados de arcar com o custo de imóveis confortáveis próximos ao local onde foram criados. E é aí que as novas habitações de Águas Claras, do Guará, Taguatinga, Núcleo Bandeirante, entre outros, se tornaram uma opção.

Mas nem todo mundo quer se deslocar do centro. Como opção restam os miniapartamentos, com preços mais acessíveis. Centro de Atividades do Lago Norte, Sudoeste Econômico, áreas do Cruzeiro, quadras 400, sobrelojas e Setor de Indústrias Gráficas são exemplos de áreas do Plano que oferecem esses espaços diminutos. Um apartamento de 30 metros quadrados na Asa Norte pode ter o mesmo valor de aluguel de um 90 metros quadrados em Águas Claras.

Essa tendência, exemplificada em Brasília, se repete mundo afora. Cidades como Tóquio, Nova Iorque e Londres experimentam um colapso com os preços exorbitantes de moradia. Levando os microespaços a serem disputados a tapa pela juventude das megalópoles.

É aí que entra o questionamento: a que custo de qualidade de vida é válido optar por esses micro espaços? A resposta está na possibilidade de usar o design a favor dessa tendência. Quanto menor o apartamento, maior a urgência por um espaço bem projetado.

Com um planejamento de uso inteligente das paredes e móveis sob medida, é possível manter, em pouquíssimos metros quadrados, a funcionalidade de uma casa normal.

É cama na parede, móveis que viram outros móveis, camas elevadas, cozinha ao lado do sofá. Vale tudo pra viver bem.

Quer ver?

 

 

micro apartamentos
 


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