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O esquema envolvendo a máfia das próteses choca pela crueldade. Segundo os investigadores, há casos de cirurgias sabotadas para que o paciente fique sendo operado e assim continue, mesmo que involuntariamente, gerando lucro para o esquema; utilização de produtos vencidos e troca de próteses mais caras por outras baratas. Devido a esse modus operandi da organização criminosa, a operação foi batizada de Mister Hyde, em alusão ao filme “Dr. Jekyll and Mr. Hyde”, ou “O Médico e o Monstro”.

Baseado no romance “Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde” (“O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde”), de Robert Louis Stevenson, publicado em 1886, o filme mostra as duas faces de um médico. A história se passa em Londres, no século XIX. O médico e pesquisador Henry Jekyll crê que o bem e o mal existam em todas as pessoas.

Jekyll tem muita determinação para provar sua teoria e, por isso, após trabalhar incansavelmente em seu laboratório, elabora uma fórmula e a ingere. Como resultado, seu lado demoníaco é revelado, que ele chama de Mr. Hyde. O pior é que o personagem não consegue controlar a sua face do mal.

Pacientes eram “projetos econômicos”
De acordo com o promotor Maurício Miranda, da Promotoria de Justiça Criminal de Defesa dos Usuários dos Servidores de Saúde (Pró-Vida), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, os pacientes eram vistos como “projetos econômicos”  pelos integrantes da organização, incluindo os médicos.

 

 

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