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O Relatório de Mercado Focus mostrou mudança na estimativa para o câmbio deste ano. O documento divulgado na manhã desta segunda-feira (19/9), pelo Banco Central indicou que a cotação da moeda estará em R$ 3,30 no encerramento de 2016, acima dos R$ 3,25 da projeção da semana anterior. Um mês atrás, também estava em R$ 3,30. O câmbio médio de 2016 passou de R$ 3,44 para R$ 3,45 – um mês antes, estava em R$ 3,43.

Para o fim de 2017, a mediana para o câmbio seguiu em R$ 3,45 de uma divulgação para a outra – quatro semanas atrás já estava em R$ 3,45. Já o câmbio médio de 2017 passou de R$ 3,38 para R$ 3,39 – estava em R$ 3,40 um mês atrás.

Nas últimas semanas, o Banco Central seguiu com sua estratégia de leilões diários de swap cambial reverso, cujo efeito nas cotações é equivalente à compra de dólares no mercado futuro. Com isso, vem reduzindo gradativamente sua posição vendida em swaps cambiais tradicionais, hoje em torno de US$ 35 bilhões.

No entanto, desde a quarta-feira passada, dia 14, o BC reduziu o volume de swaps cambiais reversos oferecido diariamente, de 10 000 para 5.000 contratos (de US$ 500 milhões para US$ 250 milhões). Com isso, evitou uma pressão adicional de alta para a moeda americana.

IBC-Br
Banco Central já divulgou três resultados de seu índice de atividade, o IBC-Br: para maio, junho e julho. Neste período, o indicador, considerado como um parâmetro para o ritmo da economia ao longo dos meses, somente avançou em junho.

Naquele mês, o IBC-Br com ajuste sazonal registrou alta de 0,37% ante maio (dado revisado). Em julho, no entanto, houve queda de 0,09% na margem. Em maio, houve retração de 0,46%.

Neste período de maio a julho, o IBC-Br indicou retração de 0,24% em relação ao trimestre anterior, de fevereiro a abril, na série com ajuste sazonal.

 

 

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