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Sidnei Ramis de Araújo, de 46 anos, o atirador que matou 12 pessoas em uma festa de réveillon em Campinas (SP), tinha um currículo impecável e uma carreira aparentemente bem-sucedida como técnico do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), que reúne alguns dos principais laboratórios de estudos e inovação do governo federal.

Segundo uma pesquisa do G1 sobre a vida do criminoso, Sidnei mantinha um perfil na plataforma de Lattes, que concentra os currículos de pesquisadores de todo o país. No seu, ele informou ter feito cursos em universidades conceituadas, como Oxford, na Inglaterra, e cita o Laboratório Nacional de Luz Síncronton, única fonte de luz do tipo da América Latina. Ele tem escolaridade de 2º grau e, de acordo com o currículo, fez curso técnico mecânico no colégio Bento Quirino.

O CNPEM confirmou que Sidnei fazia parte do quadro de funcionários e que tinha função de técnico especialista em instrumentação em um dos laboratórios.

Chacina
Pouco antes da meia-noite do sábado (31/12) para domingo (1), Sidnei pulou o muro da casa onde a ex-mulher e o filho de 8 anos esperavam a virada do ano e matou os dois e outras 10 pessoas que estavam na festa. Ele brigava com a ex na Justiça pela guarda do filho.

O caso foi registrado como homicídio qualificado seguido de suicídio. Segundo o boletim de ocorrência, Sidnei carregava 10 bombas caseiras. O B.O. não especifica se os explosivos estavam em uma mochila ou amarrados ao seu corpo.

 

 

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