1 de 1 Dois homens brancos, lado a lado, com os braços cruzados, trajando terno e gravata - Metrópoles
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O deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) segue recebendo jetom do governo de São Paulo após voltar à Câmara dos Deputados, o que faz com que seu rendimento bruto chegue aos R$ 63 mil.
O parlamentar recebe R$ 6.581 como conselheiro fiscal da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). O valor se soma aos R$ 46.366 que recebe como deputado federal e aos R$ 10.125 que ganha como aposentado da Polícia Militar.
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Guilherme Derrite em formatura dos novos oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo
Foto: Celso Silva/Governo do Estado de SP
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Osvaldo Nico, Tarcísio de Freitas e Guilherme Derrite em evento da Rota em SP
Pablo Jacob /Governo do Estado de SP
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O secretário Guilherme Derrite em evento da Rota em SP
Pablo Jacob /Governo do Estado de SP
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O deputado Guilherme Derrite (PP-SP)
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Osvaldo Nico, Tarcísio de Freitas e Guilherme Derrite em evento da Rota em SP
Pablo Jacob /Governo do Estado de SP
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Guilherme Derrite e Osvaldo Nico Gonçalves
Divulgação/Governo de SP
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O secretário de Segurança de SP, Guilherme Derrite
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Guilherme Derrite e Hugo Motta
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Presidente da Câmara, Hugo Motta, e o relator do PL Antifacção Guilherme Derrite
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Deputado Guilherme Derrite (PP)
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O deputado Guilherme Derrite PP-SP, relator do PL Antifacção, deixa o plenário da Câmara dos Deputados
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Relator do PL Antifacção na Câmara, deputado Guilherme Derrite
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O deputado Guilherme Derrite PP-SP, relator do PL Antifacção, deixa o plenário da Câmara dos Deputados
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Na Câmara, o texto contou com o envolvimento direto do presidente da Casa, Hugo Motta (à direita), que indicou o deputado Guilherme Derrite (à esquerda) para a relatoria. A decisão foi criticada pelo governo, que influenciou no vaivém de pareceres apresentados pelo paulista.
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Guilherme Derrite em conversa com Hugo Motta
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O deputado Guilherme Derrite
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PT questiona três pontos do Projeto de Lei Antifacção relatado por Guilherme Derrite
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PT questiona três pontos do Projeto de Lei Antifacção relatado por Guilherme Derrite
Reprodução/ Globoplay
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Guilherme Derrite (PP)
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Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública do Governo de São Paulo
Fábio Vieira/Metrópoles
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Governador de SP Tarcísio de Freitas (Republicados) a esquerda e Guilherme Derrite
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O secretário da Segurança, Guilherme Derrite, é conhecido pela exaltação à letalidade policial, o que especialistas afirmam que pode ter pesado nas estatísticas
Reprodução/Instagram
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Guilherme Derrite diz que "cultura marxista" atrapalha sistema de Justiça no Brasil
Amanda Ramos/SSP
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Secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, no no Fórum Esfera neste sábado (7/6)
Reprodução/Youtube
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O secretário da Segurança Pública de SP, Guilherme Derrite
Pablo Jacob/Governo de SP
O trabalho de conselheiro, que exige apenas uma reunião mensal, é geralmente usado na política para inflar o salário do secretariado – embora nem todos os membros sejam da gestão. Derrite assumiu o cargo quando era secretário da Segurança Pública de Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Atualmente, Derrite tem uma rotina atribulada como relator do PL Antifacção. No entanto, ele afirma que segue participando das reuniões. “A atuação permanece ativa, com participação nas reuniões e cumprimento das atribuições inerentes ao posto, em conformidade com a legislação aplicável”, diz a assessoria do deputado.
Em nota ao Metrópoles, o deputado afirma que “o cargo no Conselho Fiscal não é atrelado ao exercício de função no Governo do Estado, tratando-se de posição com dinâmica e regras próprias” e que a participação no conselho observa a legislação que rege empresas públicas.
Já com relação à Cetesb, a instituição diz em nota que “a composição e o funcionamento dos seus conselhos seguem rigorosamente as normas aplicáveis às estatais e esclarece que Guilherme Derrite integra, atualmente, o Conselho Fiscal da instituição desde maio de 2023, com mandato vencendo em maio de 2026”.
“O mandato dos membros é anual, conforme previsto no estatuto social da estatal, sendo permitidas até três reconduções. A remuneração é vinculada à participação nas reuniões do colegiado e o conselho é integrado por diversos perfis, inclusive sociedade civil”, afirma a companhia.
“Apesar de o ex-secretário Guilherme Derrite estar exercendo mandato de deputado federal, ele pode ocupar cadeiras nos Conselhos Fiscais de empresas com renda operacional bruta superior a R$ 90 milhões, desde que não exerça função de dirigente de partido político, nos termos do art. 17, § 2º, I, da Lei federal nº 13.303/2016 e do inciso V do art. 3º e do inciso IV do art. 4º do Decreto estadual nº 62.349/2016”, conclui a Cetesb.