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O governo da Rússia classificou nesta segunda-feira (9/1) de “amadoras” as acusações dos serviços de inteligência norte-americanos de que hackers russos teriam realizado ataques cibernéticos contra os Estados Unidos para influenciar positivamente a campanha eleitoral do republicano Donald Trump e desfavorecer a ex-candidata democrata Hillary Clinton.

Segundo agências internacionais, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, disse que as acusações são “amadoras e infundadas”.

Na sexta-feira (6), os EUA divulgaram um relatório em que acusam a Rússia de ter utilizado os ataques cibernéticos. Para a inteligência norte-americana, Moscou tinha conhecimento da ação dos hackers.

De acordo com o documento, o presidente russo, Vladimir Putin, teria ordenado as ações para que o país influenciasse as eleições de 2016.

As investigações da inteligência norte-americana sobre o suposto ataque foram ordenadas pelo presidente Barack Obama em dezembro. Depois disso, ele ordenou sanções contra a Rússia e a expulsão de diplomatas russos dos EUA.

O governo russo, por sua vez, não revidou quanto a expulsão de diplomatas, e disse que esperaria pela posse do presidente eleito Donald Trump, no próximo dia 20 de janeiro. Putin e Trump têm se aproximado e, desde a época da campanha, trocado elogios.

O presidente eleito desqualificou as acusações do governo Obama e disse que elas são infundadas.

 

 

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