Subiu para nove o número de mortes provocadas pela dengue no Distrito Federal neste ano. No mesmo período de 2018, foi registrado um óbito. Já são 8.695 casos prováveis entre 1º de janeiro e 6 de abril de 2019, conforme boletim da Secretaria de Saúde divulgado nessa terça-feira (16/04/19). Na semana passada, havia 6.650 notificações.

No informe anterior, divulgado no dia 9 de abril, oito mortes haviam sido registradas. De acordo com o último boletim, a região leste da capital deu um salto no total de ocorrências. São Sebastião, Itapoã e Paranoá são as áreas mais críticas e, juntas, somam 2.593 casos notificados.

Em segundo lugar, está a região de saúde norte (Planaltina e Sobradinho). Foram 1.716 casos prováveis da doença nesses locais. A região de saúde sudoeste (Taguatinga, Samambaia, Recanto das Emas, Águas Claras e Vicente Pires) vem em seguida, com 1.291 casos prováveis.

O primeiro registro de morte por dengue neste ano ocorreu em 10 de janeiro, em Planaltina. A doença também fez vítimas em São Sebastião, em 28 de janeiro, e em Taguatinga, dois dias depois. O caso do produtor cultural Diogo Mateus Gomes Gama, que perdeu a vida em 2 de março, não entra nas estatísticas, pois ainda não foi confirmada a causa do óbito.

A pasta diz que o aumento substancial da quantidade de casos prováveis, com sinais de alarme e dos óbitos, serve de alerta para que todas as unidades básicas de saúde estejam com suas equipes reforçadas e capacitadas para o reconhecimento desses sinais de alarme e para a assistência oportuna aos pacientes com a doença.