Deflação no DF é puxada por queda no preço de alimentos

Mamão, batata e cenoura ficaram mais baratos. Entre os vilões, estão as bananas d'água e prata, segundo IBGE

Rafaela Felicciano/MetrópolesRafaela Felicciano/Metrópoles

atualizado 09/10/2019 14:16

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no Distrito Federal registrou deflação de 0,17% em setembro deste ano, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (09/10/2019). Em todo o país, a queda foi de 0,04%.

Entre os preços que caíram na capital, estão o de alimentos e bebidas. A queda foi de 0,47%, semelhante à média nacional, de 0,42%. Na capital, o grupo apresentou a segunda deflação consecutiva. Em agosto, os preços reduziram 0,23%, após aumento de 0,41% em julho deste ano.

Mais baratos

Para a alimentação em domicílio, a variação negativa foi de 0,85%. Os maiores responsáveis pela queda são: mamão, com queda de 26,24%; e cenoura, que ficou 22,87% mais barata.

Outros alimentos também puxaram o índice para baixo: tomate (-16,16%); tubérculos, raízes e legumes (15,35%); cebola (-13,73%); e batata-inglesa (-12,82%). Os resultados do DF são semelhantes à média nacional.

Em todo o país, os alimentos que ficaram mais baratos foram tomate, com queda de 16,17% no preço; batata-inglesa, com variação negativa de 8,42%; cebola (-9,89%); e frutas (-1,79%).

Vilões

Entre os alimentos que ficaram mais caros na capital, estão bananas d’água, que registrou aumento de 13,95% nos preços; e a prata, que ficou 7,58% mais cara, de acordo com os resultados de setembro. Pera (5,04%), óleo de soja (4,91%), leite longa vida (3,66%) e melancia (3,67%) também pesam mais no orçamento do brasiliense.

Fora de casa

A alimentação fora de casa ficou estável no DF, de acordo com os dados do IBGE. A variação foi de apenas 0,01% em setembro. No entanto, tomar café da manhã na rua ficou 1,51% mais caro para os brasilienses, assim como o lanche, que registrou encarecimento de 0,46%.

Por outro lado, as bebidas alcoólicas ficaram mais baratas. O preço da cerveja, por exemplo, caiu 2,14%.

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