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Vacina no DF: policiais, IML e DF Legal entrarão em grupo prioritário

Conselheiros tutelares também serão vacinados. Data da imunização para este grupo depende do repasse de doses pelo Ministério da Saúde

atualizado 22/03/2021 17:10

policiaisMichael Melo/Metrópoles

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, afirmou nesta segunda-feira (22/3) que o Governo do Distrito Federal (GDF) vai incluir agentes funerários, servidores da área social, do Instituto Médico Legal (IML), além de integrantes das forças de segurança, incluindo auditores da DF Legal, nos próximos grupos prioritários para serem vacinados contra Covid-19.

“Nos preocupa muito que pessoas que estão trabalhando direto com pacientes com Covid tenham risco de contaminação. Estamos conversando com as categorias para tentar atender essa situação, para que tenham a proteção devida após a imunização”, disse Okumoto, durante coletiva de imprensa.

O secretário não soube, contudo, detalhar quando essas novas categorias devem receber as doses do imunizante. Segundo ele, há uma previsão de mais uma remessa de vacinas ainda nesta semana, sem mencionar a quantidade exata.

“É importante frisar que o governador já determinou que as forças de segurança, os conselheiros tutelares e os assistentes sociais também serão incluídos nas próximas fases”, reforçou o secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, na coletiva.

O governador Ibaneis Rocha (MDB) decidiu destacar uma parte das vacinas recebidas, para não atrapalhar o cronograma de imunização por faixa etária.

De acordo com Okumoto, no total, o último lote foi composto por 84 mil doses de vacinas, tanto da Coronavac quanto da Oxford-AstraZeneca e, diferentemente das fases anteriores, não haverá a necessidade de reservar a segunda dose para o mesmo paciente.

Denúncia

Recentemente, o Metrópoles revelou a denúncia da Associação das Funerárias do Distrito Federal (Asfun-DF), que acusou os hospitais públicos de misturarem corpos de pacientes mortos pela Covid-19 com pessoas vítimas de outras doenças e acidentes. A Secretaria de Saúde do DF negou a falta de cuidado sanitário.

 

 

 

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