Com Bruna Lima, Edoardo Ghirotto, Eduardo Barretto e Paulo Cappelli

Quaest já ouve eleitores para 1ª pesquisa presidencial do ano

O instituto de pesquisa divulgará o levantamento em 12 de janeiro, com perguntas sobre as eleições e os principais problemas do país

atualizado 07/01/2022 15:18

Isac Nóbrega/PR e Deputado Rosemberg/Divulgação

A Quaest já está em campo para realizar a primeira pesquisa presidencial do ano eleitoral. As entrevistas com eleitores começaram nesta quinta-feira (6/1) e o resultado será divulgado na próxima quarta-feira (12/1). O Banco Genial pagou R$ 269 mil pelo levantamento.

Para a pesquisa, os entrevistadores abordarão eleitores com um tablet e apresentarão uma série de perguntas. As primeiras tratam das eleições presidenciais: questionam sobre o voto no primeiro turno e possíveis cenários no segundo.

Os nomes testados para o primeiro turno são Ciro Gomes, Jair Bolsonaro, João Doria, Luis Felipe D’Avila, Lula, Rodrigo Pacheco, Sergio Moro e Simone Tebet. A ordem de apresentação é aleatória. Os cenários de segundo turno não incluem os nomes de Tebet ou D’Avila.

A pesquisa também aborda o governo Bolsonaro e pergunta sobre a rejeição dele e do líder das pesquisas, o ex-presidente Lula. Um ponto específico questiona o entrevistado sobre a possibilidade de Geraldo Alckmin ser vice de Lula.

Em outro trecho, o levantamento questiona sobre temas como as enchentes no sul da Bahia, a economia brasileira, a aprovação de André Mendonça para o STF e a realização do Carnaval em meio a um aumento de casos de Covid.

A última pesquisa da Quaest, divulgada em dezembro do ano passado, apontou Lula como o primeiro colocado nas intenções de voto, com 46%, seguido por Bolsonaro, com 23%, e Moro, com 10%. Como ela foi feita em 2021, não houve necessidade de registrá-la na Justiça Eleitoral. A partir do primeiro dia de 2022, é necessário fazer esse registro, uma exigência da lei eleitoral.

Já leu todas as notas e reportagens da coluna hoje? Clique aqui.

Siga a coluna no Twitter e no Instagram para não perder nada.

Mais lidas
Siga as redes do Guilherme Amado
Últimas da coluna