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Grupo diz ao STF que votação do fundão eleitoral foi inconstitucional

A Livres defenderá no STF que foi inconstitucional a votação do aumento do fundo eleitoral na Câmara

atualizado

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Estátua com venda nos olhos
1 de 1 Estátua com venda nos olhos - Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A Livres, organização liberal sem fins lucrativos, defenderá no STF que foi inconstitucional a votação do aumento do fundo eleitoral na Câmara, em dezembro do ano passado. A entidade participa da ação movida pelo Novo no Supremo, que questiona o aumento do fundão para R$ 4,9 bilhões e será julgada nesta quinta-feira (17/2).

Segundo a entidade, o rito de votação na Câmara não foi seguido por dois motivos: os partidos que votaram contra o aumento – Cidadania, PSol, PSL e Novo – não foram ouvidos e as 2.500 emendas ao projeto não foram analisadas. A Livres também argumentará que triplicar o fundão eleitoral não condiz com a realidade social e econômica do país.

“Os partidos têm milhões em dinheiro público garantidos para as eleições. Isso faz com que eles não precisem conversar com a sociedade civil para conseguir filiações ou investimentos. Os partidos sentem que podem fazer o que querem, como empresas privadas”, afirmou Magno Karl, diretor-executivo da Livres que representará o grupo no Supremo, em conversa com a coluna.

Karl alfinetou o relator do caso, ministro André Mendonça, e pediu que o nome “terrivelmente evangélico” escolhido por Jair Bolsonaro se comporte “à altura”. “A gente espera que ele se comporte à altura da cadeira que ocupa no Supremo e não à de quem o indicou”.

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