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Brasil

RJ: acusado de integrar grupo que matou advogado ganhou cargo na Alerj

Eduardo Sobreira Moraes foi chamado para cargo com salário de R$ 2,1 mil. Ele é suspeito de participar de ação que matou advogado no Rio

04/03/2024 13:59, atualizado 04/03/2024 15:16
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Divulgação Alerj/Reprodução
Imagem colorida de Alerj e Eduardo Sobreira suspeito de matar advogado execução - Metrópoles

Eduardo Sobreira Moraes, suspeito de participação em grupo que matou o advogado Rodrigo Marinho Crespo e alvo de mandado de prisão, agora foragido, foi nomeado para um cargo na Assembleia Legislativa (Alerj), mesmo sob investigação policial.

Eduardo é apontado como um dos responsáveis por vigiar Crespo antes de sua execução, em associação com o PM Leandro Machado da Silva, também procurado pelas autoridades.

A informação foi revelada pela coluna de Lauro Jardim, de O Globo, e confirmada pelo Metrópoles.

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A movimentação aconteceu na sequência do assassinato, quando Eduardo foi designado para um cargo de auxiliar no Departamento de Patrimônio da Alerj, com salário de R$ 2,1 mil.

Nomeação três dias após ação que matou advogado

A nomeação de Eduardo foi registrada no Diário Oficial do Estado, apenas três dias após o brutal assassinato do advogado, que foi alvejado com 11 tiros na Avenida Marechal Câmara.

A assinatura da nomeação foi feita pelo presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e pelo primeiro-secretário da Mesa Diretora, Rosenverg Reis, levantando questionamentos sobre os critérios de nomeação e as ligações políticas envolvidas.