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Brasil

Lessa havia tentado matar Marielle em 2017, disse Élcio em delação

Ele teria descrito à Polícia Federal que a vereadora Marielle Franco sofreu uma tentativa frustrada de assassinato três meses antes

24/07/2023 14:23, atualizado 24/07/2023 16:37
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Divulgação
Marielle Franco

Preso desde 2019, o ex-policial militar Élcio Queiroz fez uma delação premiada à Polícia Federal (PF) e ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) que aponta Ronnie Lessa como o executor da vereadora Marielle Franco. E mais: segundo o delator, Lessa havia tentado matar Marielle meses antes, no final de 2017.

No depoimento, Élcio relembra que passou a virada de 2017 para 2018 com Ronnie. Alcoolizado, Lessa desabafou e contou que semanas antes havia tentado “pegar a mulher que estavam monitorando há alguns meses”.

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Maxwell Simões Corrêa, o Suel, foi expulso do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro
Marielle Franco
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Marielle era vereadora e defendia direitos humanos
A vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018
Ronnie Lessa e Élcio Queiroz, suspeitos de matar Marielle Franco
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Ronnie Lessa e Élcio Queiroz, suspeitos de matar Marielle Franco

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Maxwell Simões Corrêa, o Suel, foi expulso do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro
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Maxwell Simões Corrêa, o Suel, foi expulso do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro

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Marielle era vereadora e defendia direitos humanos
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Marielle era vereadora e defendia direitos humanos

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A vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018
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A vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018

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A vereadora defendia pautas de direitos humanos, defesa da mulher e da comunidade LGBT
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A vereadora defendia pautas de direitos humanos, defesa da mulher e da comunidade LGBT

Mário Vasconcellos/CMRJ

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Na ocasião frustrada, Lessa estava acompanhado pelo ex-bombeiro Maxwell Corrêa, preso nesta segunda-feira (24/7), e pelo ex-PM Edmilson, morto à tiros em 2021. Eles chegaram a perseguir a “mulher monitorada”, que estava em um táxi, próximo ao bairro Estácio. Na ocasião, Maxwell estava como motorista, Ronnie com uma submetralhadora no bando do carona e Edmilson com um fuzil no banco de trás, conforme delatado por Élcio.

A falha, de acordo com a delação de Élcio, aconteceu porque Maxwell afirmou, na hora do crime, que o carro “deu problema” e “falhou”. Lessa, no entanto, confidenciou a Élcio estar chateado por acreditar que, na verdade, foi “refugo” do motorista.