Governistas querem restringir prorrogação da CPMI do INSS a 15 dias
Movimento é encabeçado pelo deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) e pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP)
atualizado
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Governistas membros da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tentam articular a prorrogação do colegiado por apenas 15 dias, enquanto o presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG), quer 6o dias para concluir os trabalhos.
O movimento é encabeçado pelo deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) e pelo senador e líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP).
A oposição defende que os trabalhos continuem, sob alegação de que o prazo permitiria ouvir mais depoentes e se aprofundar no tema da polêmica do Banco Master, apesar de não ser o objetivo da comissão.
Enquant0 isso, o prazo para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), ler o pedido de prorrogação imposto pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), está se esgotando.
O plenário da Corte analisará, nesta quinta-feira (26/3), se os trabalhos poderão dar continuidade ou se precisarão ser encerradso no prazo estabelecido originalmente, que é em 28 de março.
Se o Supremo for contrário à prorrogação da CPMI do INSS, o relator do colegiado, Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), terá que ler o relatório ainda nesta semana. E ele ainda precisará ser votado.
A expectativa é de que o desfecho da prorrogação se dê no plenário do STF.
