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Brasil

Com "oscilação" de casos, Saúde diz que monitora cenário da Covid

Após chegada no país da subvariante EG.5, conhecida como Eris, pasta registrou oscilação nos números de casos e mortes por Covid

06/09/2023 17:20, atualizado 06/09/2023 17:59
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Igo Estrela/Metrópoles
fachada ministério da saúde sus - Metrópoles governo

O Ministério da Saúde se pronunciou nesta quarta-feira (6/9) sobre a “oscilação” no número de casos de Covid-19 no país. Estudos da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) e do Instituto Todos pela Saúde (ITpS) registraram alta messe número depois da chega da subvariante EG.5, conhecida como Eris, ao Brasil.

A pasta diz, em nota, que “permanece em alerta constante para identificar eventual cenário de crescimento nos registros de casos e óbitos no país”. O ministério também reforça que a vacinação atualizada com as doses de reforço indicadas para cada faixa etária continua a ser a principal medida de prevenção indicada.

“O cenário epidemiológico da Covid-19 no país é monitorado permanentemente pela pasta, sendo disponibilizados para a população brasileira os dados mais atualizados sobre a evolução da doença”, lembra a pasta.

“Nas últimas quatro semanas, entre os exames com resultado positivo para os vírus respiratórios, 25,1% foram registrados para Covid-19 – três pontos percentuais a mais em relação ao mês anterior. Já sobre óbitos, a presença do vírus da Covid-19 foi registrada em 54,4% dos casos, dois pontos percentuais a mais em relação ao mês anterior”, informa o posicionamento.

A pesquisa da Abramed revelou que a taxa de testes positivos de Covid-19 na segunda semana de agosto, que vai do dia 12 a 18, era de 13,8%. Esse número entra em contraste com o diagnóstico da última semana de julho, que tinha uma taxa de 6,3%. A variação é de quase 7,5 pontos percentuais (p.p).

Já na pesquisa do ITpS, o registrado foi de 15,3% em agosto e 7%, no mesmo período avaliado. A variação entre as semanas é de 8,3 p.p. O detalhe é que os percentuais de testes positivos são mais comuns em pessoas de 49 a 59 anos, que representam 21,4% dos resultados.

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