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O Movimento Brasil Livre (MBL), um dos grupos que ajudou a organizar os movimentos pelo afastamento de Dilma Rousseff (PT), ingressou na tarde desta terça-feira (6/9) com um pedido de impeachment contra o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski.

Quem protocolou o pedido foi Fernando Holiday (DEM), candidato a vereador por São Paulo. Ele diz que o documento foi entregue à secretaria-geral do Senado. No entendimento do MBL, Lewandowski violou a Constituição ao ter fatiado o processo de impeachment de Dilma.

No mesmo pacote, o MBL pede que o processo não seja analisado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e nem pelo primeiro vice-presidente, Jorge Viana (PT-AC). “Eles são parte interessada, pois o PMDB e o PT articularam esse fatiamento”, disse Fernando Holiday ao Metrópoles. Se a solicitação for atendida, o caso irá para análise do segundo vice, senador Romero Jucá (PMDB-RR).

Durante a votação do impeachment de Dilma, o processo foi fatiado em duas partes: a primeira analisou se a petista cometeu crime de responsabilidade e a segunda se a ex-presidente ficaria impedida de ocupar funções públicas por oito anos, que foi rejeitada pelos senadores.

 

 

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