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A médica Virgínia Soares de Souza, que foi acusada de ter provocado a morte de sete pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Evangélico, em Curitiba, foi absolvida pela Justiça. A decisão é do juiz Daniel Surdi de Avelar, da 2ª Vara do Júri da capital paranaense e ocorreu nesta quinta-feira (20/4).

A Justiça considerou que faltaram provas suficientes que a condenassem. Virgínia e outros profissionais que atuavam na UTI na época das mortes passariam por um júri popular, o que não chegou a ser marcado.

A médica também ganhou uma ação de R$ 4 milhões contra o Hospital Evangélico. Ela e os profissionais foram acusados pelo Ministério Público de terem praticado homicídios dolosos duplamente qualificados, além de formação de quadrilha.

 

 

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