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Aprenda a identificar a diabetes mellitus e como lidar com a doença

Estilo de vida é fundamental para prevenir o problema crônico. Diabetes pode causar sequelas permanentes e, inclusive, levar a morte

atualizado

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Towfiqu Photography/ Getty Images
Imagem colorida de pessoa medindo sua glicose
1 de 1 Imagem colorida de pessoa medindo sua glicose - Foto: Towfiqu Photography/ Getty Images

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBEM), a diabetes é uma doença crônica que pode se manifestar de duas maneiras diferentes: deficiências na produção de insulina e interferências na ação da substância produzida pelo organismo.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), de 2019 para cá houve um aumento de 16% dos casos de diabetes no mundo. Isso significa que, em menos de três anos, mais de 70 milhões de pessoas desenvolveram a doença. No Brasil, a entidade acredita que podem existir até 16 milhões de indivíduos doentes. Já a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), estima que pelo menos 12,5 milhões de brasileiros têm diabetes.

“Existe a diabetes de substrato imunológico, chamada diabetes tipo 1, que encontramos mais frequentemente em crianças e adolescentes e, às vezes, em adultos jovens. É uma doença no sistema imunológico, onde há, desde o início, um déficit de produção de insulina. E tem a diabetes tipo 2, a mais comum. Não é uma doença que se inicia por deficiência de produção de insulina, mas por uma falha de ação dessa insulina”, conta o cardiologista Abrão Cury, do Hcor, Hospital do Coração.

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O que talvez alguns não saibam é que a diabetes tipo 2, em grande parte dos casos, pode ser evitada com hábitos saudáveis. O consumo excessivo de alimentos com alto índice glicêmico e o sedentarismo são os principais causadores da doença.

“Informação e conhecimento devem ser considerados os dois pilares mais importantes para a redução da incidência e/ou adesão ao tratamento por parte dos pacientes. Assim conseguiremos melhorar programas de prevenção, bem como tratar de forma adequada os pacientes já diagnosticados. Também é importante mapear outros pacientes ainda sem diagnóstico, reduzindo drasticamente o número de complicações”, afirma o endocrinologista do núcleo de tecnologia da SBD, Márcio Krakauer.

Leia a reportagem completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.

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