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Secretário diz que autor de ataque planejava atentado com arma de fogo

Segundo o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, aluno de 13 anos planejou atentado com arma de fogo que não conseguir executar

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Imagem colorida de Guilherme Derrite, um homem branco, com cabelos ralos, vestindo um terno azul marinho e uma camisa branca sem gravata, segurando um microfone - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida de Guilherme Derrite, um homem branco, com cabelos ralos, vestindo um terno azul marinho e uma camisa branca sem gravata, segurando um microfone - Metrópoles - Foto: Divulgação/Governo de SP

São Paulo – O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, disse nesta segunda-feira (27/3) que o adolescente de 13 anos que matou uma professora esfaqueada e feriu outras quatro pessoas em uma escola estadual na zona oeste de São Paulo havia planejado realizar o atentado usando uma arma de fogo, de acordo com as investigações.

Em entrevista coletiva, Derrite disse que o aluno da escola “não conseguiu” colocar o plano em prática. O secretário afirmou que isso deve ser detalhado durante o depoimento do estudante.

“Provavelmente, isso vai ser relatado em termos de declaração. Ele estava planejando fazer um atentado com arma de fogo, e não conseguiu”, afirmou Derrite, sem dar mais detalhes.

 

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Pais chegam desesperados em escola onde adolescente de 13 anos entrou nesta manhã e esfaqueou quatro pessoas
Polícia Militar na escola onde ocorreu o ataque
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Ataque ocorreu na escola Escola Estadual Thomazia Montoro

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Polícia Militar na escola onde ocorreu o ataque

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Testemunhas contam o terror que viveram

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Maria do Livramento, mãe de aluno

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Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública, durante entrevista para a imprensa

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Renato Feder, secretário de Educação, durante entrevista para a imprensa

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Usando uma faca, o adolescente, de 13 anos, matou uma professora e deixou outras quatro pessoas feridas na Escola Estadual Thomázia Montoro na manhã desta segunda-feira (27/3).

Questionado sobre um comportamento suspeito do menino em uma rede social, o secretário disse que não era possível ter acesso às postagens porque a conta era restrita.

“Sabe como conseguimos a informação do Twitter? Pelo celular dele. O Twitter dele era restrito. Então, é um trabalho de investigação”, disse. “Não era algo que era público e, agora que aconteceu, dizem: ‘Por que a polícia não fez isso ou aquilo?’”.

Derrite afirmou que, a partir das redes sociais do adolescente, a polícia vai apurar se ele foi incentivado por algum colega. Mas, a princípio, não há indícios de envolvimento de outras pessoas.

Segundo o secretário, a Secretaria de Segurança Pública, em parceria com a Secretaria de Educação, atua para evitar que ataques do gênero ocorram. “A gente não consegue mensurar quantos outros foram evitados, porque não chegaram nessa fase”.

O secretário da Educação, Renato Feder, destacou o trabalho do Programa Conviva SP, voltado para ações de convivência e psicossociais.

“A gente pode dizer que vários atentados foram evitados. Isso é muito importante, você ter 300 profissionais dedicados à saúde mental, evitando conflitos, você ter mais de 500 profissionais nas escolas, você ter a ronda escolar. A gente tem várias ferramentas. E com certeza vários atentados foram evitados”, afirmou Feder.

Antiga escola alertou sobre “comportamento suspeito”

A direção da antiga escola do adolescente que matou uma professora e feriu outras quatro pessoas em um ataque a faca na manhã desta segunda-feira (27/3), em um colégio estadual na zona oeste de São Paulo, alertou a polícia sobre o “comportamento suspeito” do estudante um mês antes do atentado.

O Metrópoles teve acesso ao boletim de ocorrência de “ameaça” registrado no dia 28 de fevereiro pela Escola Estadual José Roberto Pacheco, de Taboão da Serra, na Grande São Paulo, no 1º Distrito Policial (DP) da cidade. O adolescente estudou na unidade até o incídio deste mês, quando se mudou para o local do atentado.

Nele, a escola afirma que o adolescente de 13 anos vinha “apresentando um comportamento suspeito nas redes sociais, postando vídeos comprometedores como, por exemplo, portando arma de fogo, simulando ataques violentos”.

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