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São Paulo

Ponte do Jaguaré é parcialmente interditada para obras, segundo CET

Ponte do Jaguaré tem histórico de interdições depois de um incêndio em 2019; tráfego está interditado na faixa da direita no sentido bairro

02/04/2024 14:21, atualizado 02/04/2024 17:38
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Reprodução/Google Maps
Imagem do Google Maps de ponte de concreto, a Ponte do Jaguaré, em trecho sobre a Marginal Pinheiros, em São Paulo. Um carro passa pela avenida e o céu está azul com nuvens.

São Paulo — A Ponte do Jaguaré – Hirant Sanazar, na zona oeste de São Paulo, está interditada parcialmente para obras de manutenção pela Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb).

A ponte cruza o Rio Pinheiros fazendo a ligação das avenidas Queiróz Filho e Jaguaré.

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No sentido bairro do Jaguaré, o tráfego está interditado na faixa da direita. Por causa disso, a faixa da direita da Avenida Engenheiro Billings, que fica sob a Ponte do Jaguaré, na pista local da Marginal Pinheiros, também está com a passagem de carros parcialmente bloqueada.

A Companhia de Engenharia de Tráfego informou que o fluxo do trânsito na ponte, sentido bairro, será canalizado para as faixas da esquerda, assim como o fluxo da Avenida Engenheiro Billings. A CET afirma estar monitorando o trânsito nas imediações.

Embora a reportagem do Metrópoles não tenha observado obras no local, a Prefeitura de São Paulo, confirmou a realização de “reforço de toda a extensão da estrutura, inclusive com aplicação de fibra de carbono”. Ao final desses trabalhos, a ponte receberá novo pavimento.

As obras, segundo a CET, serão concluídas em dezembro desse ano.

Histórico

Em junho de 2019, um incêndio destruiu barracos que ficavam embaixo da Ponte do Jaguaré. O afetou ferragens e o concreto da estrutura.

Na época, o tráfego também ficou parcialmente interditado e só foi totalmente liberado no mês seguinte.

Em 2020, a Prefeitura de São Paulo vistoriou uma das juntas de dilatação da ponte e, na época, a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras disse que não havia qualquer risco de ruptura da estrutura.

O Metrópoles questionou a CET para saber se as obras iniciadas nessa segunda-feira (1º/4) têm relação com os impactos do incêndio ocorrido há cinco anos e não obteve resposta. O espaço segue aberto para atualizações.