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“Temos que desconstruir muita coisa”, diz Bolsonaro sobre Brasil

Durante jantar com líderes conservadores nos EUA, presidente aponta como prioridade acabar com o que foi feito por governo anteriores

atualizado

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Flickr/Palácio do Planalto
17/03/2019 Jantar com formadores de opinião
1 de 1 17/03/2019 Jantar com formadores de opinião - Foto: Flickr/Palácio do Planalto

Em meio a lideranças políticas norte-americanas, durante jantar na embaixada brasileira nos Estados Unidos (EUA), nesse domingo (17/3), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) confessou que não pretende, em um primeiro momento, desenvolver nada no Brasil, mas desconstruir o que foi instaurado por governos anteriores.

“Nós temos é que desconstruir muita coisa. Desfazer muita coisa. Para depois nós começarmos a fazer. Que eu sirva para que, pelo menos, eu possa ser um ponto de inflexão, já estou muito feliz”, disse, durante o evento. “O nosso Brasil caminhava para o socialismo, para o comunismo”, completou, ao dizer que a vitória eleitoral foi “um milagre” para o país.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) acompanha o pai na viagem e divulgou um vídeo pelo Twitter com trechos do discurso do presidente brasileiro. No momento registrado, Jair Bolsonaro confessou que sempre teve admiração pelos Estados Unidos e se sentia “quase que em casa”.

A Olavo de Carvalho, sentado ao lado dele no jantar, o presidente agradeceu a parceria e disse que “em grande parte, devemos a ele a revolução que estamos vivendo”.

Relações com a China
A diminuição da relação do Brasil e dos Estados Unidos com a China também esteve entre os assuntos discutidos durante o jantar. Entre os defensores da proposta estão os ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Agricultura, Tereza Cristina, e o “guru” dos Bolsonaro, Olavo de Carvalho. Segundo a Folha de S.Paulo, foi o ex-estrategista de Donald Trump, Steve Bannon, que puxou o assunto.

O objetivo é aprimorar a produção agrícola entre os dois países e, assim, aumentar o poder de negociação com outras nações. De acordo com o veículo, Bannon teria dito que o Brasil fica vulnerável em relação a Pequim e os chineses olham para o país da mesma forma como enxergam a Austrália. Além disso, o ex-secretário comentou sobre programas de investimento da China.

 

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