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Futebol

Guardiola na Seleção Brasileira: desejo antigo sem propostas concretas

Treinador espanhol voltou a ser cogitado para comandar a equipe do Brasil, mas desta vez, com desejo claro da CBF

07/04/2022 14:44
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Pedro Salado/Quality Sport Images/Getty Images
Pep Guardiola passou a ser especulado mais uma vez na Seleção Brasileira

Com a  saída de Tite do comando da Seleção Brasileira ao fim da Copa do Mundo do Catar, a especulação sobre quem assumirá o posto de treinador passa a ganhar os noticiários. E nesta quinta-feira (7/4), o desejo da CBF por Pep Guardiola, técnico do Manchester City, ganhou um novo capitulo. Segundo informações do jornal espanhol Marca, a entidade brasileira já teria consultado os valores para contar com o treinador. O flerte, no entanto, é antigo.

A primeira vez em que o nomes Guardiola e Seleção Brasileira estiveram na mesma frase surgiram após uma entrevista de Daniel Alves, em 2015. Na ocasião, o lateral que já foi treinado pelo espanhol disse que Pep teria procurado a CBF antes da Copa do Mundo de 2014. A entidade teria vetado a possibilidade.

Tempos depois, o próprio técnico desmentiu a fala do jogador. Ele estava à frente do Bayern de Munique na ocasião, e defendeu que seleções devem ser comandadas por treinadores do mesmo país.

“Eu nunca disse que gostaria de treinar a seleção brasileira. A seleção tem de ser comandada por um brasileiro, assim como a seleção argentina tem de ser comandada por um argentino”, opinou.

Quase 7 anos após a fala, ele parece não ter mudado a forma de pensar e de encarar a ideia de treinar o Brasil. Após a partida de oitavas de final da Champions League diante do Sporting, o repórter Fred Caldeira perguntou ao treinador o que achava da saída de Tite do comando da Seleção e se a possibilidade era real.

Mais uma vez, Pep Guardiola preferiu ressaltar que o Brasil possui bons treinadores que podem assumir o cargo.

Apesar do posicionamento, Guardiola demonstrou admiração pelas equipes montadas na Seleção, com destaque para o time de 1982 que acabou eliminada para a Itália. Daí em diante, o nome do espanhol passou a fazer parte do imaginário do torcedor e dos debates. A proposta formal para que ele comandasse a Canarinho nunca ocorreu.

De acordo com o Marca, a CBF fez uma proposta de 12 milhões de euros anuais (aproximadamente R$ 61.762 milhões) para contar com o espanhol.

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