CBF abre sindicância para saber quem vazou vídeo de reunião
Na imagem, o presidente da entidade, Rogério Caboclo, se diz contra à paralisação do futebol e é apoiado pelos presidentes de clubes

O vazamento do vídeo em que o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, ratifica ser contra a paralisação do futebol não foi bem visto por dirigentes e clubes. Eles se sentiram expostos e, por causa disso, a CBF abriu uma sindicância para apuração de responsabilidades, conforme publicou em seu site oficial.
Nas imagens obtidas pelo jornal O Dia, Caboclo foi taxativo ao dizer que, se depender das forças dele, a bola não irá parar de rolar. Na reunião em 10 de março, ele fez questão de dizer que os clubes “estão fodidos” se não tiver futebol durante a pandemia do novo coronavírus.
A decisão de investigar o vazamento da reunião por videoconferência surgiu no Conselho Técnico do Campeonato Brasileiro, nessa quarta-feira (24/3), com os 20 clubes da Série A. Logo após a saudação de Caboclo, presidentes questionaram o dirigente sobre a exposição.
Diante da situação, a CBF informou que “foram aprovadas por unanimidade uma moção de repúdio e solidariedade em relação ao vazamento das imagens e a abertura de uma sindicância para apuração de responsabilidades.”
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesNovamente, Rogério Caboclo ameaça os presidentes dos clubes. Agora em vídeo de reunião vazado recentemente (créditos do @venecasagrande, como mostra na imagem)
Nós apenas aceleramos o vídeo para ficar mais curto e compacto, não houve edição no contexto pic.twitter.com/eBPZ3z5Tks
— Corredor Alviverde 👑🏆🏆🏆 (@OficialCorredor) March 23, 2021



