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Distrito Federal

UnB indica eficácia da Coronavac contra nova variante da Covid-19

Estudo em parceria com a UnB foi realizado com mais de 67 mil profissionais de saúde de Manaus que receberam primeira dose da vacina

Milena Carvalho27/04/2021 10:45, atualizado 27/04/2021 12:03
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Arthur Menescal/Especial para Metrópoles
vacinação contra a Covid-19 no DF

Cientistas da Universidade de Brasília (UnB) vêm conduzindo estudos para avaliar a efetividade da vacina contra a nova variante da Covid-19. A pesquisa é realizada com mais de 67 mil profissionais de saúde de Manaus que receberam a primeira dose da Coronavac.

Foi identificado que o imunizante tem 50% de efetividade na prevenção contra a Covid-19. A equipe do Vebra Covid-19 observou os efeitos da vacina após 14 dias da aplicação da primeira dose.

“O estudo aponta que a vacina tem efetividade para evitar hospitalização e óbitos, mesmo na presença de uma variante classificada como de preocupação internacional pela Organização Mundial da Saúde”, aponta Wildo Navegantes, professor de epidemiologia da Faculdade UnB Ceilândia (FCE) e pesquisador do grupo Vebra Covid-19.

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UnB é uma das maiores universidades do país
Plataforma foi desenvolvida há cerca de dois anos como ferramenta de estratégia de estudo para vestibular da UnB
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Plataforma foi desenvolvida há cerca de dois anos como ferramenta de estratégia de estudo para vestibular da UnB

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UnB é uma das maiores universidades do país
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A vacina Coronavac, desenvolvida em um contexto em que a variante brasileira ainda não havia sido descoberta, precisou ser avaliada efetivamente contra a nova cepa, segundo Silvano Oliveira, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UnB e membro do Vebra Covid-19.

Análises

Este é o primeiro resultado obtido pelo grupo em termos de avaliação da efetividade de um imunizante. O estudo terá continuidade para avaliação da proteção da CoronaVac entre os profissionais de saúde de Manaus, considerando a aplicação da segunda dose.

Além disso, a expectativa é também avaliar a efetividade das vacinas desenvolvidas pela Sinovac Biotech e pela Oxford/Astrazeneca em idosos de Manaus e de outras cidades brasileiras.

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