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Distrito Federal

PCDF investiga grupo que dava golpe em promotores pelo WhatsApp

Duas pessoas foram presas na manhã desta sexta-feira (24/9), durante a operação deflagrada pela Polícia Civil do DF

24/09/2021 09:44, atualizado 24/09/2021 11:13
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PCDF/Divulgação
PCDF investiga grupo que dava golpe em promotores pelo WhatsApp

A Divisão Especializada de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), prendeu duas pessoas suspeitas de aplicar o golpe do WhatsApp no DF, no Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Paraíba. De acordo com as investigações, promotores de Justiça estão entre as vítimas dos criminosos. A ação foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (24/9).

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Em média, os golpistas chegam a maturar até R$ 25 mil por mês
Laranjas que alugam contas bancárias para os criminosos moram em favelas que dificultam o acesso da polícia
Os moradores de regiões humildes recebem cerca de R$ 400 pelo aluguel das contas bancárias
A PCDF elucidou como os golpes pelo WhatsApp funcionam
O escritório do crime possui células em vários estados do país
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Laranjas que alugam contas bancárias para os criminosos moram em favelas que dificultam o acesso da polícia
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Os moradores de regiões humildes recebem cerca de R$ 400 pelo aluguel das contas bancárias
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A PCDF elucidou como os golpes pelo WhatsApp funcionam
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A PCDF elucidou como os golpes pelo WhatsApp funcionam

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Os autores moram em São Vicente, no litoral Sul de São Paulo. Com a expedição dos mandados de prisão e de busca e apreensão, policiais da DRCC foram até Santos (SP) e, com apoio da Polícia Civil de São Paulo (PCSP), desencadearam a Operação Zapinho, que acabou na prisão de um dos chefes da organização criminosa.

O homem estava com R$ 35 mil em espécie. Um dos comparsas também foi detido. Durante a ação, foram apreendidos celulares e vários cartões bancários em quatro endereços diferentes.

De acordo com a DRCC, vítimas de Brasília e de outros estados foram alvo de um grupo criminoso que age a partir de uma favela conhecida como Fazendinha, situada entre dois presídios com detentos vinculados à facção criminosa do Primeiro Comando da Capital (PCC).

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