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Homem que matou colega por briga política em churrasco é preso no DF

Walfredo Romano Alves Junior é suspeito de matar Hernando Silva após uma briga por política durante um churrasco

atualizado

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Arquivo Pessoal
Walfredo Junior matou o colega durante um churrasco com um tiro no peito, no DF. Homem de pele morena e cabelos grisalhos tira selfie dentro de carro. Ele usa camisa social listrada e está de cinco de segurança.
1 de 1 Walfredo Junior matou o colega durante um churrasco com um tiro no peito, no DF. Homem de pele morena e cabelos grisalhos tira selfie dentro de carro. Ele usa camisa social listrada e está de cinco de segurança. - Foto: Arquivo Pessoal

Suspeito de homicídio, Walfredo Romano Alves Junior, 52 anos, foi preso nesta terça-feira (2/4), após a Polícia Civil do Distrito Federal receber uma denúncia com a localização dele. Walfredo é matou Hernando Antônio da Silva, aos 36 anos, após os dois se envolverem em uma briga por política durante um churrasco. O caso ocorreu em fevereiro deste ano, em Planaltina.

Agentes da 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante) receberam a informação de que um foragido da Justiça poderia estar hospedado em um hotel na Candangolândia.

Os policiais constataram que o hóspede era Walfredo. Após confirmarem haver um mandado de prisão em aberto contra ele, os agentes efetuaram a prisão, assim que ele saiu do hotel. Walfredo  foi conduzido até a 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante), onde foi cumprido o mandado.

Relembre o caso

Hernando Antônio da Silva foi baleado e morto por Walfredo durante um churrasco. Após efetuar um disparo no peito da vítima, o suspeito fugiu.

O crime ocorreu na QR 6 do Arapoanga. Testemunhas informaram que Hernando Silva morava na região havia pouco tempo. Ele participava de um churrasco na casa do autor, acompanhado da namorada. Walfredo Junior estaria assando carne quando começou a discutir com Hernando sobre lotes no Araponga.

Hernando dizia que a mãe dele tinha um lote e que o terreno era bom. E Walfredo afirmava que “fulano tinha um lote lá e que também era bom”. As testemunhas relataram que a discussão girou sempre nesse sentido, de quem tinha o lote melhor, e sobre o cenário da política local.

Durante a discussão, os dois ficaram em pé, momento em que Hernando teria pedido para ir embora. O autor entrou em casa e voltou vestindo uma jaqueta preta e com uma arma, calibre 12. Ele apontou a espingarda para a vítima e começou as ameaças: “Você quer ser mais homem que eu? Você não é mais homem que eu”.

Em resposta, Hernando abriu os braços e disse: “Se você quer me matar, atira!”. O autor, então, encostou o cano da arma no peito de Hernando e desferiu o disparo. A vítima morreu na hora.

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