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Além de usar o nome do craque Neymar e de Emerson Skeik para captar mais investidores, o grupo que comanda a Kriptacoin disse que o cantor Eduardo Costa também aderiu ao negócio. Nas redes sociais, informavam: “Agora Eduardo Costa é Kriptacoin”. A assessoria de imprensa do astro sertanejo, porém, nega qualquer vínculo dele com o negócio.

Em áudios divulgados nas redes sociais, os presidentes da empresa falam em contratos milionários com empresários russos e até mesmo com os jogadores de futebol famosos. Para atrair o maior número de pessoas, os executivos publicam fotos de carros de luxo, relógios e joias.

O negócio é alvo de uma operação deflagrada nesta quinta-feira (21/9) pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

Delegados, promotores e agentes de polícia cumpriram 13 mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão no Distrito Federal, em Águas Lindas de Goiás e em Goiânia.  A ação foi divulgada em primeira mão pelo Metrópoles. A 8ª Vara Criminal de Brasília também autorizou a quebra de sigilo bancário, das redes sociais e o bloqueio de bens dos envolvidos.

O advogado da empresa, João Paulo Todde, disse que as prisões são descabidas. “Uma operação show”, disse o defensor. Todde ressaltou ainda que não teve acesso ao inquérito, “mas sabe que não tem nada que comprove a lavagem de dinheiro, falsificação de documento ou pirâmide financeira”.

Reprodução  

 

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