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Izalci Lucas ganha fôlego de um mês no comando do PSDB-DF

Após o Metrópoles noticiar que a regional do partido estava sem presidência, Executiva Nacional postergou mandato até 15 de março

atualizado

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PSDB/Divulgação
Izalci lucas
1 de 1 Izalci lucas - Foto: PSDB/Divulgação

Pouco mais de 24 horas após aparecer como acéfalo no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o PSDB-DF voltou à normalidade nesta terça-feira (6/2), com a prorrogação do mandato de presidente do deputado federal Izalci Lucas. O único detalhe é que o tucano ganhou pouco mais de um mês para permanecer no comando do ninho local: até 15 de março.

Segundo Izalci, a decisão do Diretório Nacional ocorreu apenas para não deixar o partido sem presidente até a escolha do novo mandatário. “Amanhã [quarta, 7] teremos reunião na Executiva Nacional. Lá serão decididas as questões definitivas”, antecipa. Sobre o curto prazo, Izalci não soube explicar as razões encontradas para o fato. “Isso tem que ser visto com o partido nacional.”

Internamente, o curto prazo não é a única coisa que chamou atenção no documento assinado pelo comando nacional da sigla. Na Executiva partidária, constam nomes como o da ex-governadora Maria de Lourdes Abadia, atual secretária de Projetos Estratégicos do governo Rollemberg. A psicóloga Ludmila Faro, secretária-relâmpago do GDF, ainda está na composição.

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Costura nacional
Para opositores de Izalci, a decisão do PSDB nacional sinaliza uma derrota do parlamentar na tentativa de separar o partido da gestão Rollemberg. A união nacional entre o PSDB e o PSB estaria sendo costurada pelo presidente da sigla, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

O cacique tucano tenta se viabilizar como candidato à Presidência da República e quer o apoio do PSB e de seu atual vice-governador, Márcio França, que seria apoiado pelos PSDB na sucessão ao governo de São Paulo.

Apesar da especulação, Izalci prefere ter os pés no chão e não trabalhar com condicionantes. Até mesmo a possibilidade de deixar o partido caso perca o comando é motivo de desconversa. “Não quero trabalhar com o ‘se’. Uma coisa é certa: eu e Rollemberg estaremos em caminhos diferentes. Acima da questão pessoal ou partidária, está a minha cidade. E não posso aceitar que essa gestão incompetente continue”, disparou.

Para bom entendedor, meia palavra basta.

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