Com Eduardo Barretto (interino), Bruna Lima, Eduardo Ghirotto e Paulo Cappelli

Grupo político do Flamengo pediu para Landim não aceitar cargo na Petrobras

O grupo político do Flamengo disse que seria "imoral" se Landim aceitasse cargo na Petrobras

atualizado 22/05/2022 5:45

Quando o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, foi indicado por Jair Bolsonaro para presidir o Conselho da Petrobras, em março deste ano, o grupo político do clube, “Fla Tradição e Juventude”, enviou um requerimento à presidência pedindo que Landim não aceitasse o cargo.

O grupo se reuniu virtualmente após o governo federal confirmar a indicação de Landim por Bolsonaro e avaliou que, além do presidente do clube ter que se dividir em dois, aceitar o cargo seria “imoral”.

No quesito de imoralidade, os integrantes citaram o fato de Landim ser réu de uma ação na Justiça por gestão fraudulenta quando atuou, juntamente com outros cinco, em uma operação financeira que teria causado prejuízos de R$ 100 milhões a fundos de pensão de funcionários da Petrobras.

“Traria prejuízos graves para o Flamengo e para a nação brasileira ter no Conselho de Administração de uma das mais importantes empresas brasileiras um réu denunciado por fraudes contra a mesma empresa”, diz o documento enviado à presidência do clube nos primeiros dias de março.

Um mês após o requerimento do grupo político do time, no dia 3 de abril, Landim anunciou que não se candidataria ao conselho da Petrobras e que iria se dedicar inteiramente ao Flamengo.

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