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Composto no Distrito Federal por integrantes de pelo menos três fortes igrejas evangélicas — Assembleia de Deus Madureira, Universal do Reino de Deus e Sara Nossa Terra –, o Partido Republicano Brasileiro (PRB) passou a ser cortejado por parte dos grupos políticos que terão cabeças de chapa ao Palácio do Buriti.

A paquera é pragmática. Integrantes da legenda calculam carregar até 250 mil votos fidelizados. Além do robusto fundo eleitoral e de considerável tempo de televisão e rádio durante a campanha política, a sigla conta ainda com três veículos de comunicação para se aproximar do eleitorado: a Rede Record, a Gênesis e a Sara Brasil, emissora de rádio da Sara Nossa Terra.

A procura foi ainda mais intensificada após diferenças no grupo que o PRB-DF integrava até então, a chamada terceira via. Coordenada pelo senador Cristovam Buarque (PPS) e encabeçada pelo tucano Izalci Lucas (PSDB), a aliança passou a ter divergências após a simulação de possíveis coligações proporcionais, aquelas que elegerão os deputados distritais e federais.

Comandado por Wanderley Tavares (foto em destaque) no Distrito Federal, o partido fechará aliança com o grupo que oferecer a proposta eleitoral mais pragmática para favorecer o projeto político dos representantes evangélicos.



 


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