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Brasil

Sócio em bar, Celso Russomanno admite dívida no DF, mas questiona valor

Candidato a prefeito de São Paulo era sócio do Bar do Alemão, em Brasília. Segundo ele, houve falsificação de assinaturas no caso

26/10/2020 13:03, atualizado 26/10/2020 13:37
Fábio Vieira/Especial Metrópoles
Celso Russomanno faz campanha em São Paulo

São Paulo – As dívidas do antigo Bar do Alemão, que ocupava um dos endereços mais exclusivos de Brasília às margens do lago Paranoá, mas faliu deixando um rastro de processos, continuam perseguindo o deputado federal Celso Russomanno (Republicanos), sócio do empreendimento. Cobradas em um processo no DF, as dívidas pela locação do imóvel estariam em R$ 7,1 milhões em valores corrigidos.

Candidato a prefeito de São Paulo, Russomanno tem enfrentado questionamentos sobre o assunto e disse, nesta segunda (26/10), que reconhece a dívida de cinco meses de aluguel (que era de R$ 70 mil por mês). Entretanto, garante que há cobranças irregulares, as quais ele questiona.

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Segundo ele, há cobranças irregulares no processo
Segundo Russomanno, houve falsificação da assinatura dele e da mulher dele no caso
Celso Russomanno faz campanha em São Paulo
Russomanno reconhece dívida em bar no DF, mas diz que há incongruências
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Russomanno reconhece dívida em bar no DF, mas diz que há incongruências

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Segundo ele, há cobranças irregulares no processo
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Segundo ele, há cobranças irregulares no processo

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Segundo Russomanno, houve falsificação da assinatura dele e da mulher dele no caso
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Segundo Russomanno, houve falsificação da assinatura dele e da mulher dele no caso

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Celso Russomanno faz campanha em São Paulo

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“Nenhum problema em pagar o que é justo, mas quero saber quem fez a falsificação da minha assinatura e da minha mulher”, afirma o político.

“No meio do contrato tem uma confissão de dívida de R$ 400 mil que eu nunca fiz, porque a locação anterior não era minha”, completa ele, que anexou ao processo uma perícia informando da falsificação e espera pela decisão judicial sobre a reclamação.

Russomanno diz ter 30% da sociedade no restaurante que faliu em Brasília.

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