Caso Bilynskyj: família de modelo questiona versão sobre tiros e suicídio

Namorada do delegado Paulo Bilynskyj foi encontrada morta na última quarta-feira (20/05). Ele alega que a modelo se suicidou

atualizado 25/05/2020 11:46

Paulo BilynskyjArquivo pessoal

Um primo da modelo Priscila Delgado de Barros, de 27 anos, morta na última quarta-feira (20/05), disse que a família não acredita na versão do namorado dela, o delegado Paulo Bilynskyj, 33.

Priscila foi encontrada morta na casa do companheiro, em São Bernardo do Campo (SP). Bilynskyj alegou que a mulher se matou após atirar contra ele. A polícia investiga um possível feminicídio.

“Não, não acreditamos. A família não acredita [de que Priscila teria se matado após atirar contra Bilynskyj”, ressaltou um primo da modelo em entrevista ao Fantástico, da TV Globo.

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“Primeiro, pelo pouco tempo que ela teria de manuseio com armas”, explicou. Segundo o familiar, Priscila teve o primeiro contato com armas de fogo somente ao lado do namorado.

“Não acredito que ela teria essa vontade de querer matar outra pessoa. Ela não gostava que maltratassem animais e preservava a vida”, prosseguiu o rapaz, que preferiu não ser identificado.

Após o crime, policiais encontraram seis armas de fogo no apartamento do delegado: duas pistolas, dois fuzis, uma metralhadora e uma espingarda.

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