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Brasil

Futura ministra da Ciência quer revogar MP que limita fundo da tecnologia

Futura ministra, Luciana Santos quer recuperar recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico para fomentar setor

, 22/12/2022 13:32, atualizado 22/12/2022 15:40
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Lula cumprimenta Luciana Santos, deputada federal e atual governadora de Pernambuco, indicada ao Ministério do Ciência e Tecnologia em cerimônia de anúncio de resultado da transição - Metrópoles

A futura ministra da Ciência e Tecnologia de Lula (PT), Luciana Santos (PC do B-PE), quer revogar Medida Provisória de Jair Bolsonaro (PL) que restringe recursos para o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

Logo após ser anunciada como chefe da pasta de tecnologia, nesta quinta-feira (22/12), Santos ressaltou que o grande desafio dela frente à pasta é “restaurar a pujança, a força do sistema nacional de tecnologia que foi depredado e desconstruído em quatro anos”, disse.

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Durante pronunciamento, Lula afirmou que recebeu o Brasil em "situação de penúria". "As coisas mais simples não foram feitas", reforçou.
Lula ainda afirmou que Bolsonaro "preferia contar mentiras no cercadinho do que governar esse País".
Expectativa é que o nome de 17 novos ministros seja anunciado nesta quinta-feira (22/12)
No repasse dos dados do GT, o vice-presidente Geraldo Alckimin reforçou que   a saúde e a educação foram as que mais sofreram desmontes no último mandato
Alckmin foi anunciado, nesta quinta-feira (22/12), como o ministro da Indústria e do Comércio do novo governo
Lula apresentou um balanço da transição durante o encontro e mencionou a aprovação da PEC da Transição: “Primeira vez que um presidente começa a governar antes da posse”
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Lula apresentou um balanço da transição durante o encontro e mencionou a aprovação da PEC da Transição: “Primeira vez que um presidente começa a governar antes da posse”

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Durante pronunciamento, Lula afirmou que recebeu o Brasil em "situação de penúria". "As coisas mais simples não foram feitas", reforçou.
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Durante pronunciamento, Lula afirmou que recebeu o Brasil em "situação de penúria". "As coisas mais simples não foram feitas", reforçou.

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Lula ainda afirmou que Bolsonaro "preferia contar mentiras no cercadinho do que governar esse País".
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Expectativa é que o nome de 17 novos ministros seja anunciado nesta quinta-feira (22/12)
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No repasse dos dados do GT, o vice-presidente Geraldo Alckimin reforçou que   a saúde e a educação foram as que mais sofreram desmontes no último mandato
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Alckmin foi anunciado, nesta quinta-feira (22/12), como o ministro da Indústria e do Comércio do novo governo
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Aloizio Mercadante, à esquerda, será o presidente do BNDES do novo governo
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Ministério da Saúde - Nisia Trindade
Socióloga, professora, servidora da Fiocruz desde 1987 e presidente da Fiocruz desde 2017
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Ministério da Educação - senador Camilo Santana, que foi duas vezes governador do Ceará
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Ministério da Ciência e Tecnologia - Luciana Santos. Deputada Federal entre 2010 e 2018, atualmente governadora de Pernambuco e presidente do PCdoB
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Ministério da Mulher - Cida Gonçalves. Consultora de políticas públicas contra a violência de gênero, tendo ocupado a secretaria nacional de enfrentamento à violência contra as mulheres nos governos Lula e Dilma e participou da equipe de transição
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Ministério da Cultura - Margareth Menezes. Cantora, compositora, atriz e produtora com décadas de experiência. Tem mais de 30 anos de carreira
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Lula e o ministro Wellington Dias: Bolsa Família fará busca ativa por novos beneficiários
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Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio – Geraldo Alckmin, vice-presidente de Lula
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Controladoria-Geral da União – Vinicius Carvalho. Advogado e ex-presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica
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Controladoria-Geral da União – Vinicius Carvalho. Advogado e ex-presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica

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Uma das primeiras medidas a serem adotadas pela futura ministra, segundo ela, será “revogar ou pedir ao Congresso Nacional a devolução da MP 1136/2022”, afirmou.

Em agosto, essa MP alterou a Lei nº 11.540, de 12 de novembro de 2007, que dispõe sobre o FNDCT. Ela permitiu o corte de verbas na área de ciência e tecnologia. Redirecionou o espaço no orçamento a fim de acomodar outras despesas consideradas “mais relevantes”.

Em outubro, o governo de Jair Bolsonaro ainda publicou três portarias que retiraram R$ 1,2 bilhão do fundo para realocar nos ministérios da Economia, do Desenvolvimento Regional e do Trabalho e Previdência.

A intenção da nova ministra é recuperar esse mecanismo e ter verba para financiar desenvolvimento científico e tecnológico no país.

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