Pix passa a ser aceito no pagamento de títulos públicos, diz Tesouro

Segundo o Tesouro Nacional, por questões de segurança, só será permitido realizar um pagamento via Pix por CPF do titular da conta

atualizado 07/12/2022 14:54

Celular com aplicativo do Pix aberto - Metrópoles Hugo Barreto/Metrópoles

O Pix, sistema de pagamento digital instantâneo criado pelo Banco Central (BC), passou a ser aceito como forma de pagamento de títulos públicos, segundo informou o Tesouro Nacional nesta quarta-feira (7/12).

Para fazer o pagamento da compra de títulos públicos pelo Pix, as pessoas físicas devem utilizar o portal autenticador central de acesso aos serviços do governo federal, o gov.br.

A categoria mínima para acessar o Tesouro Direto é a prata. Caso a pessoa não esteja enquadrada nessa categoria, será direcionada a uma plataforma na qual poderá completar seu cadastro com informações adicionais.

As categorias de autenticação do gov.br são um recurso de segurança da informação da identidade, que permitem flexibilidade para realização do acesso. Estão divididas nos níveis ouro (nível comprovado), prata (nível verificado) e bronze (nível básico).

Segundo o Tesouro, por questões de segurança, só será permitido realizar um pagamento via Pix por CPF do titular da conta.

Tesouro Direto

O programa Tesouro Direto, criado em 2002, permite que pessoas físicas comprem e vendam títulos públicos pela internet, por meio de corretoras.

O programa foi desenvolvido em parceria com a B3 para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, de forma 100% digital.

São permitidas aplicações a partir de R$ 30. O Tesouro Direto oferece títulos com variados tipos de rentabilidade (prefixada, ligada à variação da inflação ou à variação da taxa Selic), além de diferentes prazos de vencimento e fluxos de remuneração.

Mais lidas
Últimas notícias