Covid: Governo libera R$ 3 mi em ações para pessoas em situação de rua

Em evento no centro do Rio de Janeiro, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, assinou portaria que autoriza a utilização da verba

atualizado 18/06/2021 14:58

No Rio de Janeiro, Marcelo Queiroga assina portaria que libera R$ 2,8 milhões em ações para a população em situação de rua durante a pandemia No Rio de Janeiro, Marcelo Queiroga assina portaria que libera R$ 2,8 milhões em ações para a população em situação de rua durante a pandemiaMinistério da Saúde/Reprodução

O governo federal liberou, nesta sexta-feira (18/6), R$ 2,8 milhões em crédito extraordinário para ações de assistência a pessoas em situação de rua durante a pandemia de Covid-19.

Em evento na Praça da Cruz Vermelha, no centro do Rio de Janeiro, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, assinou portaria que autoriza a utilização da verba.

De acordo com o Ministério da Saúde, o valor será utilizado para ampliar o programa Consultório na Rua, que oferece assistência à saúde para essa população.

Segundo o órgão, 158 equipes do programa são financiadas pelo ministério em todo o país. “Em 2020, mais de 300 mil atendimentos foram realizados pela iniciativa. Neste ano, já são mais de 110 mil atendimentos individuais e odontológicos a essa população”, informou a pasta. Além disso, em 2021, já foram repassados mais de R$ 20 milhões com o custeio mensal para o projeto.

Aplicação de vacinas

Além de assinar a portaria, Marcelo Queiroga aplicou doses de vacinas contra a Covid-19 em pacientes atendidos pelo programa Consultório na Rua. A atividade foi uma das diversas agendas do ministro no Rio de Janeiro desta sexta-feira.

Durante a manhã, o cardiologista participou de entrevista coletiva ao lado do prefeito do Rio, Eduardo Paes, onde houve o anúncio do reforço na entrega de doses que antecipou em quase dois meses o calendário de vacinação na capital fluminense.

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Na ocasião, o ministro afirmou que o governo federal quer toda a população adulta do país vacinada com as duas doses contra a Covid-19 até o mês de dezembro. “A expectativa é o mês de dezembro (para ter a população vacinada com duas doses). Até porque no caso da AstraZeneca, um dos imunizantes, há um intervalo de 90 dias entre a primeira e a segunda dose”, disse Queiroga.

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