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Brasil

Após sete horas, maquinista preso às ferragens é resgatado no Rio

Nove pessoas ficaram feridas na colisão entre trens na capital carioca; sete delas já foram encaminhadas ao hospital e liberadas em seguida

Fernanda Stumpf27/02/2019 14:39, atualizado 27/02/2019 15:02
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DIKRAN JUNIOR/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Após sete horas, maquinista preso às ferragens é resgatado no Rio

O maquinista de um dos trens envolvidos na colisão que aconteceu na manhã desta quarta-feira (27/2), na estação de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, foi resgatado depois de sete horas de trabalho do Corpo de Bombeiros. Foi preciso cortar as ferragens para liberá-lo. O homem estava consciente, com a cabeça enfaixada e usava um balão de oxigênio.

Com o impacto da batida, oito pessoas ficaram feridas, porém sem gravidade. Sete das vítimas foram encaminhadas ao Hospital Municipal Souza Aguiar e já receberam alta. Uma outra foi levada ao Hospital Salgado Filho e permanece em observação, mas não corre risco.

O acidente aconteceu às 6h55 da manhã na estação São Cristóvão, onde um trem que seguia da Central do Brasil para Deodoro se chocou com uma composição que estava parada e vazia. Segundo uma das vítimas, não houve qualquer comunicação de problema nos momentos que antecederam o acidente.

A Supervia, empresa responsável pelos trens da capital carioca, divulgou em sua página no Twitter que lamenta profundamente o acontecido e que vai apurar com rigor as causas do acidente. Também anunciou que o ramal Deodoro opera com intervalos regulares, mas os trens paradores não param na estação Praça da Bandeira, no sentido Deodoro, e na estação São Cristóvão, no sentido Central do Brasil. Ainda não há previsão para a normalização dos ramais. Todas as outras linhas operam regularmente.

Em nota, a Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Rio de Janeiro (Agetransp) informou que abriu um boletim de ocorrência e enviou equipes técnicas ao local.

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, afirmou que a Secretaria Estadual de Transporte também vai investigar o ocorrido.

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