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Para tentar aliviar o bolso com os presentes de Natal, muitas pessoas já estão de olho nos sites de compras que prometem descontos imperdíveis durante a Black Friday – maior evento promovido pelos lojistas. Mas é preciso ter cuidado antes de pagar a fatura. A Fundação Procon-SP atualizou, neste mês, a “lista negra” do comércio eletrônico, com sites que devem ser evitados pelos consumidores.

A relação dos comércios apresentadas pelo órgão é extensa e, entre os listados, 188 permaneciam no ar na mais recente checagem. Por isso, vale ficar de olho na reputação da empresa.

Além dessa lista, para evitar as falsas promoções, o site Reclame Aqui vai acompanhar os preços de mais de 1,2 mil produtos desejados nas lojas online brasileiras. A plataforma criou um novo portal para os clientes aproveitarem as ofertas e não caírem em armadilhas da chamada “Black Fraude”.

O portal criado para o evento do Reclame (blackfriday.reclameaqui.com.br) vai oferecer dados de queixas por hora, empresas com mais reclamações e os produtos com os maiores índices negativos.

Crise econômica
A edição deste ano da Black Friday tem a difícil missão de ajudar o comércio a sair do vermelho até o fim do ano. Segundo uma pesquisa realizada pelo Google Brasil, a versão brasileira espera o faturamento de R$ 1,9 bilhão na sexta-feira (25/11), um crescimento de cerca de R$ 800 milhões em relação ao evento de 2014, que faturou R$ 1,16 bilhão.



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