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A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) vai suspender a inscrição de 11.004 brasilienses registrados nos programas do GDF destinados à concessão da casa própria. O motivo da suspensão é a falta de consistência nas informações prestadas pelos candidatos. Para serem mantidos na lista, eles terão que apresentar toda a documentação exigida e confirmar os dados repassados ao governo.

Segundo a companhia, o último recadastramento do programa habitacional foi feito em 2014 e, de lá para cá, muitos dos inscritos tiveram sua situação modificada.

Atualmente, cerca de 140 mil pessoas estão cadastradas na Codhab. Porém, nem todas estão com a documentação exigida em dia. Essas pessoas terão seus nomes retirados da lista de forma provisória a partir do dia 3 de abril. Até 3 de julho, terão de entregar os documentos cobrados para serem reinseridas no programa. Caso não o façam, serão excluídas de forma definitiva.

Para fazer parte do programa de habitação é preciso ser maior de idade ou ter sido emancipado na forma da lei; residir no DF nos últimos cinco anos; não ser nem ter sido proprietário promitente comprador ou cessionário de imóvel no DF; não ser beneficiado em outro programa habitacional e possuir renda familiar de até 12 salários mínimos (R$ 11,2 mil).

Uma vez inscritos, os candidatos são classificados de acordo com uma tabela de pontuação (ver página 4), que considera fatores como tempo de residência no DF, número de dependentes, existência de pessoas idosas ou com deficiência na família, entre outros quesitos.

Quem tiver dúvidas sobre a atual situação do cadastro pode acessar o site da Codhab, ou ligar para o telefone 156, opção 5. É possível consultar a lista pelo smartphones no aplicativo da Codhab, disponível para aparelhos com sistema Android.

Mais mudanças
O governo local planeja outras alterações no sistema. Uma delas é a frequência na reavaliação do cadastro, que passará a ser anual. A intenção é manter a lista atualizada, assim como a classificação dos candidatos.

Outra mudança está entre as categorias atendidas. Para entrar em conformidade com o Programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal, será fixado o teto de R$ 1.800,00 para a faixa 1; R$ 2.350,00 para a faixa 1,5; R$ 3.600,00 faixa 2; R$ 6.500,00 faixa 3; e 12 salários mínimos para a faixa 4.

Atualmente, na Faixa 1 estão os candidatos cujo teto da renda familiar é de até R$ 1,6 mil. Na Faixa 2, os com renda familiar de R$ 1.600,01 a R$ 3.275. A Faixa 3 atende os que têm renda de R$ 3.275,01 a R$ 5 mil. As pessoas com recursos familiares de até 12 salários mínimos integram hoje a Faixa 4.

 

 

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