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Você já olhou para a sua vagina? Conhece a parte mais íntima do seu corpo a fundo? Se dá bem com ela? Já se perguntou se o tamanho dos lábios é regular ou se a das outras mulheres é parecida com a sua?

Para mulheres heterossexuais, é comum não ter muito com o que comparar. Independentemente da nossa orientação sexual, em geral crescemos proibidas de falar sobre o assunto, de olhar para nosso órgão sexual ou tocá-lo.

Para início de conversa, pedimos licença para usar o termo vagina como sinônimo de genitália feminina. A gente sabe que vagina é, anatomicamente falando, uma parte interna da vulva, mas optamos por usar a linguagem popular.

A repórter Jamie LeeLo, do Elite Daily, deu uma ótima contribuição para o autoconhecimento feminino. Ela convidou uma depiladora chamada Mel para falar sobre os tipos mais comuns de vagina. LeeLo esclarece que há uma infinidade de formatos e jeitos de ser, todos normais e maravilhosos.

“Quanto mais cedo normalizarmos o corpo feminino e a nossa saúde, melhor para as mulheres. Ter conversas como essa é muito importante para quebrar tabus”, escreveu a repórter.

As ilustrações são uma amostra desse rico universo:

“A moral da história é que toda vagina é diferente, mas elas compartilham uma irmandade. Ninguém nunca deveria se sentir estranho ou anormal. Só porque você ainda não conheceu sua “vagina gêmea” não significa que ela não existe por aí”, disse Mel.

“Minha vagina está bem.”

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