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Um em cada três cursos oferecidos em instituições privadas de ensino superior obteve desempenho insatisfatório no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) de 2016. Estas graduações receberam pontuações nos níveis 1 e 2, de uma escala que vai até 5. Na rede pública (municipal, estadual e federal), 14% tiveram esta nota.

Houve 1 mil cursos mal avaliados em instituições privadas, de um total de 3,2 mil, e 145 instituições públicas com este desempenho, de 1 mil.

Os dados compõem os Indicadores de Qualidade de Educação Superior que, nesta edição, analisaram 4,3 mil cursos de 18 áreas: agronomia; biomedicina; educação física; enfermagem; farmácia; fisioterapia; fonoaudiologia; medicina; medicina veterinária; nutrição; odontologia; serviço social; zootecnia; agronegócio; estética e cosmética; gestão ambiental; gestão hospitalar e radiologia.

Na edição de 2016 participaram 195,7 mil alunos.

O exame é feito com base em dois componentes: uma avaliação geral que é aplicada a todos os estudantes, com dez perguntas, e uma prova de habilidades específicas. No geral, o melhor desempenho foi dos alunos de medicina, com a nota 60,3 (de 100).

O pior foi em tecnologia em estética e cosmética, com 38,2. Já na prova específica os resultados não são comparáveis.

 

 

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